Sindicato dos Jornalistas RJ

Posts de fevereiro \25\UTC 2012

Aline Rios veio de longe para sambar com a gente

Publicado por sindicatodosjornalistas em fevereiro 25, 2012

Rainha do Pauta Quente veio de Vitória para desfilar à frente do bloco

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Alegria da concentração ao final do desfile

Publicado por sindicatodosjornalistas em fevereiro 25, 2012

Maneschy, Pimentel, Mario Dias e Mario Sousa

Pauta Quente, o bloco dos jornalistas, contagiou no carnaval 2012

 A festa durou mais de seis horas, entre concentração, desfile e a cerveja da dispersão. Foi assim o Pauta Quente, o bloco da Imprensa de Niterói, que saiu no sábado de Carnaval pelas ruas do Centro da cidade. O ponto alto da concentração foi a alegria contagiante de Luís Antônio Pimentel, que foi homenageado pelo bloco, pela passagem dos seus 100 anos de idade, que transcorre agora em março. Pauta Quente, também em março, fará um churrasco de confraternização. Na foto de Adhemir Rebello aparece Pimentel num carro Ford de 1919. A rainha do bloco, Aline Rios, que está morando em Vitória, veio a Niterói especialmente para desfilar. Abaixo, em outra foto de Adhemir Rebello, vê-se o presidente do Sindicato RJ, Continentino Porto, panfletando o jornal do sindicato no desfile do Pauta Quente, no Centro de Niterói, no sábado de Carnaval. Ao seu lado, Luis Antônio Pimentel, homenageado pelo seu centenário. Também no carro, Ciléa da Mata, que puxou o samba. 

Continentino mostra a última edição do jornal

 A última edição de O Jornalista registra os momentos marcantes da posse da chapa Reconstrução no Museu de Arte Contemporânea, além de outras matérias importantes de interesse da categoria. 

 O Pauta Quente – que reúne os jornalistas de Niterói e seus amigos – promoveu um autêntico baile popular, no sábado de Carnaval. O bloco contratou uma banda que ficou tocando marchinhas carnavalescas durante a concentração, na Rua José Clemente, Centro da cidade, antes do desfile. O enredo deste ano foi Carnaval em Dose Dupla, homenageando Luiz Antônio Pimentel, que completa 100 anos de idade em março próximo. Em 1912, ano de nascimento do Pimentel, houve dois carnavais: às vésperas da folia de Momo, morreu o Barão do Rio Branco, grande estadista da época. O governo federal decidiu então transferir o Carnaval para a Semana Santa. Os foliões, porém, preferiram sair às ruas nos dias tradicionais de Momo e também no Carnaval fora de época. Daí o enredo Carnaval em dose dupla, que serve também para comemorar a união de Filhos da Pauta e 2 Clichê, dois tradicionais blocos de jornalistas da cidade. (Fernando Paulino)

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Dois jornalistas foram assassinados em 4 dias. Lutemos para que esta violência não prospere

Publicado por sindicatodosjornalistas em fevereiro 14, 2012

 Sindicatos filiados à Fenaj endossam o teor da nota emitida nesta terça-feira em Brasília pela Federação

A Federação Nacional dos Jornalistas repudia o assassinato dos jornalistas Mario Randolfo Marques Lopes, ocorrido na quinta-feira (9/02), em Barra do Piraí (RJ), e Paulo Roberto Cardoso Rodrigues, nesta segunda-feira (13), em Ponta Porá (MS). Solidarizamo-nos com seus familiares, amigos e colegas de profissão, exigimos imediata e profunda investigação das autoridades competentes, com a conseqüente punição dos responsáveis, e cobramos do governo e do parlamento federais medidas urgentes para que o Brasil não prossiga avançando no ranking internacional de violência contra jornalistas.

 Mario Randolfo Marques Lopes, de 50 anos, foi morto com um tiro na cabeça e sua companheira, Maria Aparecida Guimarães, que estava com o jornalista, também foi executada. O crime bárbaro ocorreu após o casal ser seqüestrado no Centro da cidade e levado a um local de pouco movimento.

 Mario Randolfo havia sido vítima de tentativa de homicídio no dia 7 de julho do ano passado, quando levou três tiros em sua casa, no Centro de Vassouras. Ele editava o site Vassouras na Net, no qual criticava personalidades influentes na região.

 Já Paulo Rocaro, que dirigia o site Mercosul News, foi vítima de um atentado em Ponta Porã, quando transitava pela avenida Brasil por volta das 23h30. Dois pistoleiros que estavam em uma motocicleta dispararam mais de 12 tiros de pistola 9mm contra o jornalista, que foi atingido por 5 deles.

 Paulo não resistiu aos ferimentos e faleceu no Hospital Regional de Ponta Porá por volta das 4h20 desta segunda-feira. Segundo a polícia, o crime pode ter motivações políticas.

 A FENAJ acredita que as autoridades policiais e judiciárias dos dois municípios se empenharão na elucidação dos dois crimes bárbaros e punição dos responsáveis, mas exige do Ministério da Justiça iniciativas para reforço das investigações e rápida apuração das responsabilidades por tais crimes.

 Nos relatórios anuais produzidos pela FENAJ – e distribuídos às autoridades brasileiras – sobre violências cometidas contra jornalistas no Brasil, políticos regionais ou nacionais sempre figuram entre os principais agressores. Isso se confirmou no Relatório “Violência e Liberdade de Imprensa no Brasil”, relativo a 2010 e certamente o mesmo ocorrerá no relatório que a Federação está elaborando sobre as agressões cometidas contra jornalistas no ano passado.

 Igualmente, no Relatório da FIJ relativo a 2011, o Brasil aparece entre os países com mais registros de morte de profissionais de comunicação. Tais dados, infelizmente reforçados pelo assassinato dos colegas Mario Randolfo Marques Lopes e Paulo Roberto Cardoso Rodrigues neste início de 2012, exigem medidas mais enérgicas para constranger a impunidade, especialmente do Governo Federal e do Congresso Nacional.

 No dia 8 de fevereiro a Executiva da FENAJ discutiu com o deputado federal Delegado Protógenes (PCdoB-SP) iniciativas para ampliar o debate sobre o Projeto de Lei 1078/11, que propõe a federalização da apuração de crimes contra jornalistas. Avançar para uma rápida tramitação e aprovação de tal proposta, diante dos dois recentes casos de violência contra profissionais de imprensa, hoje se impõe não como um desejo corporativo, mas como uma necessidade premente de um país que realmente reconheça na liberdade de imprensa um pilar fundamental para o efetivo exercício da cidadania e da democracia.

 Brasília, fevereiro de 2012.

 

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Mais um jornalista assassinado

Publicado por sindicatodosjornalistas em fevereiro 13, 2012

 O Sindicato dos Jornalistas do Estado do Rio mais uma vez expõe pesar e   indignação pela morte de um jornalista, solidarizando-se com os sindicatos de Mato Grosso do Sul, onde o crime ocorreu. A seguir a nota de pesar divulgada pelo SindJor-MS, contendo informações sobre o atentado:

“O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul ( SindJor-MS) manifesta pesar pela morte do jornalista Paulo Roberto Cardoso Rodrigues, Paulo Rocaro, ocorrida na madrugada desta segunda-feira (13).

 Segundo informações divulgadas pelo site Mercosul News, do qual Paulo ocaro era diretor, o jornalista teria sofrido um atentado na cidade de Ponta Porã, quando transitava pela avenida Brasil por volta das 23h30, em um veiculo Fiat Idea. Ele teria sido atacado por dois pistoleiros que estavam em uma motocicleta e dispararam mais de 12 tiros contra o jornalista, que não resistiu às lesões provocadas pelos disparos e faleceu por volta das 4h20min desta segunda-feira.

Paulo Rocaro era reconhecido pelos colegas como defensor da categoria na região sul do Estado e sempre esteve preocupado com questões ligadas ao exercício da profissão, como qualidade do trabalho jornalístico, segurança dos profissionais, capacitação e condições de trabalho.

 Por isso, o SindJor-MS vem a público cobrar das autoridades competentes agilidade nas investigações para que o crime seja esclarecido e os culpados sejam punidos.

 O SindJor-MS estima ainda votos de muita força e de luz para os seus familiares e amigos e se solidariza com os colegas e diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais na Região da Grande Dourados ( Sinjorgran)”.

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Um não às afrontas sofridas pelos policiais

Publicado por sindicatodosjornalistas em fevereiro 12, 2012

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro se solidariza com os trabalhadores da Polícia Militar, Civil e Corpo de Bombeiros  mobilizados pela exigência de salários dignos, porque o que percebem no momento representam uma afronta à  dignidade.

Nós, jornalistas, repudiamos o tratamento que o governo do Estado tem dado aos manifestantes, como a prisão ordenada pelo Governador Sérgio Cabral de 123 guarda-vidas que aderiram à paralização. 

Movimerntos do gênero não podem ser tratados pelas autoridades da forma que vem adotando o governo do Estado do Rio de Janeiro, pois este tipo de ação repressiva remonta aos tempos da ditadura que vigorou no país em décadas passadas, tempos esses que já se imaginava terminados.

Como jornalistas, repudiamos também a divulgação de escutas telefônicas, que os advogados das lideranças garantem terem sido editadas. Exigimos que os telejornais divulguem o lado dos que foram punidos em virtude da divulgação do conteúdo das escutas telefônicas. 

 Entendemos que tal prática também remonta aos tempos da ditadura, até porque as lideranças das corporações não podem ser tratadas como integrantes de setores marginais, como na prática aconteceu.

 Exortamos os meios de comunicação a cobrirem as manifestações de forma não manipulada, sem tomar partido, como vem acontecendo, o que na prática resulta na deturpação do jornalismo. 

Nós, trabalhadores de Imprensa, não podemos aceitar isso, até porque queremos deixar claro que o nosso pensamento é distinto dos proprietários de veículos de comunicação da mídia de mercado, defensores de interesses muitas vezes inconfessáveis.

 Por derradeiro, lembramos a importância que terão as corporações policiais nos jogos de 2014, no Rio. A Secretaria de Segurança já planeja o policiamento do evento, que por sua magnitude e visibilidade corre o risco de se tornar inclusive alvo de ações terroristas. Nesse contexto, é inadmissível que policiais civis, militares e bombeiros precisem de um segundo emprego para manter-se, devido aos baixos salários. Isso no decorrer de pleno e acertado projeto da SSP de expansão das UPPs nas comunidades onde o estado constituído não se fazia presente.

Diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro   

 Fevereiro de 2012

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Bloco Pauta Quente pauta seu carnaval

Publicado por sindicatodosjornalistas em fevereiro 9, 2012

Frente da camisa do bloco

O bloco Pauta Quente fechou sua agenda de Carnaval: fará três lançamentos de camiseta em três dias e a concentração para o desfile no sábado, dia 18, será na Rua José Clemente, a partir das 17h. A agremiação abre o Carnavaloficial de Niterói, na Rua da Conceição, no Centro. Pauta Quente é o novo nome do Bloco da Imprensa da cidade, após a fusão entre Filhos da Pauta e 2º Clichê. O nome surgiu de uma escolha que envolveu 72 sugestões, avaliadas durante três meses.

O roteiro de lançamentos da camisetaprodução do artista plástico Floriano Carvalhocomeça no domingo, dia 12, a partir das 14h, comapresentação do samba de 2012. A festa será no clube Fluminense de Natação e Regatas, na Rua Silva Jardim, perto do Mercado de Peixes.

Na segunda, dia 13, a partir das 20h, Pauta Quente vai estar na roda do Karicaturas, à Rua Marechal Deodoro, em frente a Universo, no Centro. Na terça, dia 14, a galera da Imprensa, a partir das 19h, estará na Praça de SãoDomingos, onde acontece uma roda de samba no bar Mãe d’Água. Camiseta a R$ 15,00, com direito à cerveja gratuita no dia do desfile.

O enredo deste ano é Carnaval em dose dupla, homenageando o jornalista e escritor Luiz Antônio Pimentel, que completa 100 anos de idade em março próximo. Em 1912, ano de nascimento do Pimenta, houve dois carnavais: às vésperas da folia de Momo, morreu o Barão do Rio Branco, grande estadista da época. O governo federal decidiu então transferir o Carnaval para a Semana Santa. Os foliões, porém, preferiram sair às ruas nos dias tradicionais de Momo e também no Carnaval fora de época. Daí o enredo Carnaval em dose dupla, que serve também para comemorar a união dos dois blocos de jornalistas da cidade. (Texto: Fernando Paulino)


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