Foi o sindicalista mais assíduo e o que mais tempo dedicou ao Sindicato RJ
Em conseqüência de complicações cardiorrespiratórias, faleceu nas primeiras horas do dia 4/01 o ex- Tesoureiro do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio Luiz Henriques Pessanha, 88, e o sepultamento do corpo ocorreu às 16hs. do mesmo dia, no Cemitério do Maruí, após ter sido velado na capela da Confraria de Nossa Senhora da Conceição.
No velório companheiros do sindicalismo fluminense e pastores da 1ª Igreja Batista de Niterói, da qual era fiel e benfeitor, enalteceram aspectos de sua personalidade, como sua exação profissional, retidão de caráter e bondade. O sepultamento ocorreu com grande acompanhamento de jornalistas, familiares e amigos.
Viúvo de D. Irle da Costa Pessanha, deixa órfãos dois filhos: Luiz Pessanha, economiário da Caixa Econômica Federal, e Irluiz da Costa Pessanha, funcionário da Rádio Nacional. Deixa também netos e sobrinhos, perpetuando assim, com as novas gerações da família, o sobrenome Pessanha e a lembrança do patriarca Luiz Henriques.
O funeral sem flores, como é o costume de sua crença, foi ornamentado pela presença de grande número de pessoas que foram à despedida. Destacada a participação de representantes do Norte/Noroeste do Estado. Ele nasceu em Pureza, distrito emancipado de Itaperuna.
“Seu” Pessanha dedicou os últimos 20 anos de sua vida ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio, do qual foi 1º Tesoureiro em quatro gestões repetidas. Antes, exerceu a função de Chefe de Gabinete na Prefeitura de Niterói, na gestão de Waldenir de Bragança.
Assumiu a função na Prefeitura de Niterói depois de ter se aposentado como funcionário público estadual. Na condição de servidor público, desempenhou várias funções na extinta Agência Fluminense Informações, núcleo de Imprensa do governo do Estado do Rio que existiu antes da fusão. Na AFI aposentou-se como diretor.
Os que o conheceram e conviveram com ele recordam seu comportamento afável e diplomático. Dava especial atenção aos mais pobres, e ao longo dos anos conquistou a admiração desses.
Foi o sindicalista mais assíduo, freqüentando a sede social do sindicato diariamente, e o que mais tempo dedicou à instituição representativa dos jornalistas, onde em 20 anos fez uma legião de amigos, entre os associados de todos os rincões do Estado do Rio.