Sindicato dos Jornalistas RJ

Bloco 2º Clichê lança camiseta

Publicado por sindicatodosjornalistas em janeiro 12, 2010

T-shirt belíssima lembra mãe África

Pronto para o Carnaval 2010, o bloco de jornalistas 2º Clichê lança no dia 6 de fevereiro, no Iate Clube Icaraí.

No primeiro sábado de fevereiro, dia 6, o bloco carnavalesco – que reúne jornalistas de Niterói e seus amigos – fará uma festa de lançamento da camiseta do Carnaval 2010. O enredo deste ano é Do copo à Copa: Viva a África!, homenageando personagens e elementos da cultura negra, como Tia Ciata, Nélson Mandela, a cachaça e o próprio samba. A camiseta, arte de Floriano Carvalho, será lançada no Iate Clube Brasileiro-ICB, que fica na Estrada Fróes, em São Francisco, em roda de samba que começa às 19h. O 2º Clichê desfila no sábado de Carnaval, dia 13, na Rua da Conceição, Centro. A concentração está marcada para as 16h, na Rua Maestro Felício Toledo, em frente ao Palácio dos Jornalistas. Camiseta a R$ 15,00, com direito à cerveja de graça, no dia do desfile.
 
”Oh, abram alas ! / Chegou o Brasil pra você / Venha conhecer a Mãe África/ Com o 2º Clichê!”. Esse é o refrão do samba 2010, feito pelos jornalistas Mário Dias e Sérgio Soares.

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A doença burguesa de Casoy

Publicado por sindicatodosjornalistas em janeiro 6, 2010

Vassouras ao alto

“Que merda… Dois lixeiros desejando felicidades… do alto de suas vassouras… Dois lixeiros… O mais baixo da escala do trabalho”.

->O psicólogo social Fernando Braga da Costa (direita na foto) vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são “seres invisíveis, sem nome”.

Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da “invisibilidade pública”, ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa.

Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida: “Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência”, explica o pesquisador.

O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. “Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão”, diz.

Apesar do castigo do sol forte, do trabalho pesado e das humilhações diárias, segundo o psicólogo, são acolhedores com quem os enxerga. E encontram no silêncio a defesa contra quem os ignora. FONTE: Consciência.Net

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Sindicato chora a perda de “seu” Pessanha

Publicado por sindicatodosjornalistas em janeiro 5, 2010

Foi o sindicalista mais assíduo e o que mais tempo dedicou ao Sindicato RJ

Em conseqüência de complicações cardiorrespiratórias, faleceu nas primeiras horas do dia 4/01 o ex- Tesoureiro do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio Luiz Henriques Pessanha, 88, e o sepultamento do corpo ocorreu às 16hs. do mesmo dia, no Cemitério do Maruí, após ter sido velado na capela da Confraria de Nossa Senhora da Conceição.

No velório companheiros do sindicalismo fluminense e pastores da 1ª Igreja Batista de Niterói, da qual era fiel e benfeitor, enalteceram aspectos de sua personalidade, como sua exação profissional, retidão de caráter e bondade. O sepultamento ocorreu com grande acompanhamento de jornalistas, familiares e amigos.

Viúvo de D. Irle da Costa Pessanha, deixa órfãos dois filhos: Luiz Pessanha, economiário da Caixa Econômica Federal, e Irluiz da Costa Pessanha, funcionário da Rádio Nacional. Deixa também netos e sobrinhos, perpetuando assim, com as novas gerações da família, o sobrenome Pessanha e a lembrança do patriarca Luiz Henriques.

O funeral sem flores, como é o costume de sua crença, foi ornamentado pela presença de grande número de pessoas que foram à despedida. Destacada a participação de representantes do Norte/Noroeste do Estado. Ele nasceu em Pureza, distrito emancipado de Itaperuna.

“Seu” Pessanha dedicou os últimos 20 anos de sua vida ao  Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio, do qual foi 1º Tesoureiro em quatro gestões repetidas. Antes, exerceu a função de Chefe de Gabinete na Prefeitura de Niterói, na gestão de Waldenir de Bragança.

Assumiu a função na Prefeitura de Niterói depois de ter se aposentado como funcionário público estadual. Na condição de servidor público, desempenhou várias funções na extinta Agência Fluminense Informações, núcleo de Imprensa do governo do Estado do Rio que existiu antes da fusão. Na AFI aposentou-se como diretor.

Os que o conheceram e conviveram com ele recordam seu comportamento afável e diplomático. Dava especial atenção aos mais pobres, e ao longo dos anos conquistou a admiração desses.

Foi o sindicalista mais assíduo, freqüentando a sede social do sindicato diariamente, e o que mais tempo dedicou à instituição representativa dos jornalistas, onde em 20 anos fez uma legião de amigos, entre os associados de todos os rincões do Estado do Rio.

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Casoy ofende garis

Publicado por sindicatodosjornalistas em janeiro 5, 2010

SJPERJ condena falta de ética de âncora da TV Bandeirantes

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro condena com veemência o comentário, mesmo que em off,  em que o âncora da TV Bandeirantes  Boris Casoy ofendeu uma categoria profissional de grande utilidade para uma cidade.

Para a diretoria do SJPERJ, a atitude do senhor Bóris Casoy fere a ética profissional e depõe contra a profissão de jornalista. A diretoria do SJPERJ entende que o episódio não se encerra com um mero pedido de desculpas.

Exige-se um retratamento da TV Bandeirantes dedicando amplo espaço jornalístico à apresentação de reportagem especial sobre a importância dos garis para uma cidade e ainda mostrar que são trabalhadores brasileiros tão relevantes como quaisquer outros. Na reportagem devem ser ouvidos também os dois garis que foram convocados para desejar feliz ano novo aos telespectadores.

Nesta matéria seria repetido que a TV Bandeirantes repudia o que aconteceu no Jornal da noite de 31 de dezembro de 2009 em que o jornalista Bóris Casoy ofendeu os garis.

A diretoria do SJPERJ acredita que o pedido de desculpas concreto, não apenas em palavras, como fez o próprio autor da ofensa, deveria ser completado com a doação verbas advindas de publicidade de uma edição   do próprio Jornal da Band, que poderiam ser cobradas na Justiça, para alguma entidade representativa da classe dos garis de São Paulo, cidade de onde os dois trabalhadores desejaram feliz ano novo aos telespectadores.

Diretoria do SJPERJ

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