Sindicato dos Jornalistas RJ

Leonel Brizola sempre atual

Publicado por sindicatodosjornalistas em janeiro 20, 2012

 Na próxima segunda-feira, dia 23 de janeiro, será lançado na ABI o livro Leonel Brizola – A Legalidade e outros pensamentos conclusivos.  Osvaldo Maneschy, Apio Gomes, Paulo Becker e Madalena Sapucaia são  os  autores. 

Obra relembra o caudilho

 A obra narra o movimento Cadeia da Legalidade, ocorrido em 1961, no Rio Grande do Sul, quando o então governador Leonel Brizola encampou a Rádio Guaíba e montou uma rede de mais de 100 emissoras de rádio, encurralando junto a opinião pública os militares que eram contráriosà posse de João Goulart na presidência da República, após a renúncia de Jânio Quadros.

 Brizola, 40 anos depois do Movimento da Legalidade, afirmou ter cultivado uma grande frustração, a ponto de dizer, na fase conclusivade sua vida: “Na Legalidade, perdemos uma chance que a História nos deu de bandeja”. Brizola queria enfrentar os militares golpistas e fechar o Congresso Nacional, convocando, logo em seguida, uma Constituinte.  Mas Jango conciliou e veio o golpe de 1964. Um CD acompanha o livro onde uma parte dos fatos relacionados à Legalidade é narrada pelo próprio Brizola.

 No livro, Brizola revela a sua opinião sobre diversos temas políticosatuais, através de transcrições de suas falas recolhidas ao longo dos anos pelos organizadores da publicação – Osvaldo Maneschy, Apio Gomes,Paulo Becker e Madalena Sapucaia – que somam mais de 300 horas de gravação de palestras, discursos e entrevistas, entre 1991 e 2004.  O lançamento será a partir das 18h da segunda, dia 23, no saguão do 9ºandar na ABI – Rua Araújo Porto Alegre, 71, Centro do Rio. Uma publicação da Editora Nitpress.

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Sindicato sai em defesa de pesquisadores processados

Publicado por sindicatodosjornalistas em janeiro 15, 2012

O Sindicato dos Jornalistas assinou moção em apoio aos pesquisadores da Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) e da Universidade do Estado do Rio (UERJ) que estão sendo processados pela siderúrgica TKCSA (Companhia do Atlântico). A moção, que contém outras assinaturas de representações de classe também,  está sendo enviada a órgãos e entidades de Comunicação Social do País. 

Conforme esses pesquisadores, a empresa siderúrgica, antes mesmo do início do seu funcionamento, vem causando impactos à saúde e às condições materiais de vida da população de Santa Cruz e arredores, no Rio. 

Desde o início desse processo face aos pesquisadores, vários movimentos sociais, entidades como o PACS e pesquisadores da Fiocruz vêm atuando na denúncia da violação de direitos que teriam sido praticados pela empresa. A segundo eles, resposta da TKCSA, mesmo com várias evidências dos acidentes ambientais divulgados na mídia, foi o processo contra os pesquisadores.

 O Jornal do Engenheiro, editado no Rio,  vem publicando matérias sobre o caso. Os pesquisadores da Fiocruz e da UERJ comunicaram que vão procurar também a Associação Brasileira de Imprensa (ABI), em busca de apoio para o esclarecimento da questão. O presidente do Sindicato dos Jornalistas do Estado, Continentino Porto, disse que vai repercutir o assunto nos jornais do RJ, procurando assim colaborar para o esclarecimento urgente do processo que está na Justiça.

A TKCSA entrou com um processo contra servidores da Fiocruz e da UERJ que denunciaram publicamente os impactos socioambientais causados pela empresa na região de Santa Cruz, Itaguaí e áreas próximas à Bacia Hidrográfica da Baía de Sepetiba,  imediações onde a  empresa está instalada.

 Os servidores processados são o pesquisador pneumologista, Hermano Alburqueque de Castro, o membro da escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP), o engenheiro sanitarista Alexandre Pessoa Dias, o professor-pesquisador da escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPPSJV), ambas instituições fazem parte da Fundação Osvaldo Cruz, e a bióloga Mônica Cristina Lima, do Hospital Universitário Pedro Ernesto, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, e membro do Sindicato dos Trabalhadores das Universidade Públicas Estaduais do RJ ( Sintuperj).

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Jornalistas tomam posse no MAC

Publicado por sindicatodosjornalistas em dezembro 28, 2011

Chapa Reconstrução assumiu o Sindicato do Estado

A posse da nova diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro realizou-se no auditório do Museu de Arte Contemporânea (MAC). Presentes várias autoridades, entre elas os vereadores Renatinho e Valdeque, representando o secretário de Ação Social do Rio de Janeiro, deputado Rodrigo Neves, Miguel Vitorino, representante do prefeito Jorge Roberto Silveira, João Luiz Duboc Pinaud, ex-secretário de Direitos Humanos e atual presidente da Casa da América Latina, o delegado da DRT, Henrique Barbosa de Pinho e Silva, o ex-deputado federal Silvio Lessa, o jornalista Jourdan Amora, diretor do jornal A Tribuna, entre outros notáveis. Bastante concorrida, a posse dos jornalistas, encabeçados pelo jornalista político Continentino Porto, culminou com um coquetel no elegante bistrô do MAC, a obra prima de Oscar Niemeyer, em Boa Viagem. Na ocasião, o presidente Continentino foi homenageado com uma medalha pela Câmara Municipal. (Fonte: jornal O Saquá. Foto de Edmilson Soares)

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Chapa Reconstrução é eleita no RJ

Publicado por sindicatodosjornalistas em dezembro 9, 2011

Ernesto e Continentino festejam a nova etapa

O Museu de Arte Contemporânea-MAC, no bairro de Boa Viagem, uma referência turística e cultural de Niterói, será palco da posse solene da nova diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro, para um mandato de três anos. O evento será na quinta-feira, dia 5 de janeiro de 2012, às 19h.

O repórter político Continentino Porto será o novo presidente da entidade, substituindo Ernesto Vianna, que ocupará agora a primeira tesouraria do Sindicato. No dia da posse, será distribuído um jornal trazendo as diversas mensagens de congratulações recebidas pela nova direção sindical.

Eleição ainda repercute

Professor do UBM é eleito vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas do Estado do Rio 

O professor do curso de Jornalismo do UBM – Centro Universitário Barra Mansa, Álvaro Britto, foi eleito 1º vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do estado do Rio de Janeiro. A eleição foi realizada nos dias 23 e 24 de novembro em Niterói, cidade sede do sindicato, e contou com a adesão de 154 jornalistas sindicalizados que votaram na chapa única Reconstrução. Segundo o professor Álvaro Britto, esse foi o maior quorum de participação na eleição do sindicato, que existe há 27 anos.

A pauta mais importante da agenda do sindicato é a mobilização para a aprovação das Propostas de Emenda Constitucional – PEC que reestabelecem a exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista. “A luta pela exigência do diploma é primordial”, afirmou. Ainda, segundo Álvaro, a região do Sul Fluminense terá prioridade para o sindicato.

Álvaro Britto é formado na Universidade Federal Fluminense – UFF – e pós-graduado em Assessoria de Imprensa. O jornalista é professor no UBM há nove anos, onde ministra as disciplinas de Assessoria de Imprensa, Comunicação Organizacional e Técnicas de Reportagem ( Jornal Folha do Interior on-line (Sul Fluminense) Publicada em 30 de novembro).

Mensagens 

A Chapa Reconstrução recebeu mensagens de felicitações da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Secção RJ, da OAB Niterói e de dezenas de entidades ligadas ao sindicalismo brasileiro.


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Sindicato faz eleição histórica

Publicado por sindicatodosjornalistas em novembro 25, 2011

Continentino (de boné) comemora com amigos

  Foi a eleição do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro mais participativa de toda a sua história. No total, 154 jornalistas sindicalizados compareceram às urnas, nos dias 23 e 24 de novembro, confirmando a vitória da chapa Reconstrução, única registrada para disputar o pleito sindical dos jornalistas do Estado.
  “Nosso objetivo é dar verdadeiramente um caráter estadual ao nosso Sindicato. E a categoria deu essa resposta nas urnas. Vários companheiros saíram de suas cidades para vir votar na urna do Sindicato. Isso é uma prova da credibilidade que a nossa chapa adquiriu junto aos jornalistas”, afirma Continentino Porto, presidente eleito do Sindicato.     
  “Vale destacar a harmonia que conseguimos demonstrar nessa eleição. Foi muito bom ver a mobilização das pessoas para referendar a chapa Reconstrução. No primeiro dia de votação, mesmo com chuva, os jornalistas se deslocaram para dar o seu apoio à nova direção sindical”, revela Ernesto Viana, atual presidente do Sindicato. Reconstrução recebeu 150 votos. Houve 3 votos em branco e um nulo. Na urna do Sindicato, foram registrados 130 votos e na urna da ABI, no Rio de Janeiro, 24 votos. A posse da nova direção sindical será no dia 9 de dezembro próximo, uma sexta-feira, na sede do Sindicato, no final da tarde.
Eis a chapa eleita:
Presidente – Continentino Porto,1.º Vice-presidente – Álvaro Britto, 2.º Vice-presidente – Dulce Tupy, Secretário-geral – Fernando Paulino, 1.º Tesoureiro – Ernesto Vianna, 2.º Tesoureiro – Salomão Santana e Diretor Jurídico – Sérgio Caldieri, Suplentes – Inaldo Baptista, Maurício Guimarães, Paulo Castro Alves, Rafael Duarte, Eraldo Quintanilha, Carlos Alberto Antonio, José Fortuna (Barroco), Gentil Lima, Udson de Oliveira, Raquel Junia, José Pereira (Pereirinha) e Jorge de Oliveira. Conselho Fiscal – Adilson Guimarães, Sílvia Regina e Evaldo Nascimento. Representantes na Fenaj – Mário Augusto Jakobskind e Mário de Sousa. Comissão de Ética: Nilo Sérgio Gomes, Fátima Lacerda, José Marques, Osvaldo Maneschy e Pinheiro Junior. (texto: Fernando Paulino).

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Assassinato em Antares: pesar e indignação

Publicado por sindicatodosjornalistas em novembro 8, 2011

Vamos cobrar a urgente elucidação do crime e o desempenho do estado constituído nas comunidades de Santa Cruz 

  A propósito do assassinato do cinegrafista Gelson Domingos na favela de Antares, Zona Oeste do Rio, o Sindicato dos Jornalistas do Estado do Rio manifesta seu pesar e indignação, defendendo desde já treinamento específico para jornalistas que atuam em áreas de conflito das cidades brasileiras.

   Na tragédia de Antares a própria câmara do cinegrafista atingido no tórax por disparo de fuzil evidencia que ele estava posicionado de frente para o atirador, expondo todo o corpo, quando deveria estar portando a câmara na posição lateral.

   Treinamento adequado ensinaria aos jornalistas como posicionar o corpo em meio a tiroteios. Os soldados têm esse tipo de treino, que mesmo assim não garante que fiquem imunes às balas disparadas pelos bandidos.

   Que a fatalidade ocorrida na Zona Oeste da capital sirva como ponto de partida para ações enérgicas de associações, sindicatos e de empresas, visando maior proteção física das equipes jornalísticas. O treinamento de guerra poderia ser proporcionado pelas polícias, em conjunto com as firmas da mídia, e com o apoio dos sindicatos da categoria.

   O Sindicato dos Jornalistas do Estado deixa para análise tal proposição, que na certa chamaria maior atenção da imprensa internacional para a situação de violência no País. Comprometendo-se a transformar a questão em cláusula de sua próxima Convenção Coletiva de Trabalho com os patronais de jornais e de televisão de sua abrangência territorial.

 

Chapa Reconstrução

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